Às duas da tarde na minha mesa de voto, no Liceu de S. João no Estoril, já tinham colocado a cruzinha no boletim trezentas em novecentas pessoas inscritas: era isso que indicavam os números a giz na ardósia da sala de aula.
Espero que o grosso dos eleitores surjam durante a tarde, pois os caminhos difíceis que se perspectivam a este depauperado país exigem um massivo sufrágio.
Participar é preciso, ou então depois não nos podemos queixar.
Vi na tv Paulo Portas votar. Fiquei arrepiado porque quando ele estava num acto íntimo de recolhimento espiritual, rezando por Portugal ou pelo candidato do CDS falecido há poucos dias, mal seja o que for, um acto íntimo nobre digno de respeito, a senhora da mesa de voto não foi capaz de esperar que ele concluísse e estendeu-lhe o boletim.
ResponderEliminarEstas coisas são tão mal sinal da decadência a que chegámos...