O resultado histórico obtido pelo CDS PP, unido em torno de uma liderança determinada e duma mensagem politica assertiva e clara, não chega para me pôr eufórico: nos próximos anos o novo parlamento eleito exibirá uma grossa maioria de esquerda que inclui uma significativa facção extremista, disruptiva, própria de democracias imaturas. Insisto na ideia de que uma direita débil é o primeiro sinal de um país pobre, estagnado e deprimido. Características que suspeito se acentuarão nos próximos tempos, por mais injecções de capital que se processem nas obras públicas e na providência social. Esta perspectiva e o bem que quero aos meus filhos e ao meu país desfaz qualquer vontade que eu tivesse de sorrir.
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Caro João: politicamente, o país regressou a 1983 (ou talvez de nunca lá tenha saído). Compare os resultados (se me permite: http://escafandro.blogs.sapo.pt/87936.html).
ResponderEliminarJoão, não perca, ainda, a esperança: veja o que está a suceder na Alemanha.
ResponderEliminarse calhar esta a olhar para o sitio errado...olhe antes para a America Latina!
ResponderEliminarHá uma coisa que é necessário entender, não interessa se temos direita forte ou débil, muita esquerda ou pouca. Estamos a falar de partidos que não possuem patriotismo suficiente para mudar o que quer que seja. Portanto João, fique descansado, porque a palhaçada continuaria independentemente do resultado das eleições. Vamos assistir ao que sempre temos assistido, ou talvez pior, provavelmente será um periodo de maior estagnação política. Pois o PS não vai fazer nada porque vão estar todos os partidos oportunamente contra as suas decisões. É a recta final da gatunagem, toca tudo a esmifrar.
ResponderEliminar96+21=117;117-115=2.
ResponderEliminarquando leio isto: "significativa facção extremista, disruptiva, própria de democracias imaturas" penso no CDS-PP... e não me engano, basta rever a campanha.
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