Duas crónicas a não perder no Público de hoje. Uma, de José Miguel Júdice, sobre a questão da bandeira monárquica nos Paços de Concelho. Outra, do regressado de férias Vasco Pulido Valente, que, entre outras coisas, afirma: "Há um erro essencial em transformar um chefe de partido no árbitro da honestidade dos militantes. Manuela Ferreira Leite deixou essa função aos tribunais (que por enquanto não desapareceram) e tratou legitimamente de 'fazer' o grupo parlamentar que lhe convinha. Os protestos do PSD vieram de quem deviam vir e não impressionaram ninguém. E, fora dele, só os mais cegos fiéis de Sócrates, como infelizmente o renascido dr. Soares, resolveram achar que ela se dera um tiro no pé. Não deu. Nem quando recusou o papel de juiz. Nem quando correu com Pedro Passos Coelho e com a respectiva comitiva. Tolerar (e desculpar) um cavalheiro que pública e constantemente se ofereceu como substituto dela era com certeza a melhor maneira de promover a crónica indisciplina do PSD e, em última análise, a desconfiança do eleitorado".
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"Manuela Ferreira Leite deixou essa função aos tribunais (que por enquanto não desapareceram) e tratou legitimamente de 'fazer' o grupo parlamentar que lhe convinha. Os protestos do PSD vieram de quem deviam vir e não impressionaram ninguém"
ResponderEliminarNada a dizer, certeiro como sempre.
"E, fora dele, só os mais cegos fiéis de Sócrates, como infelizmente o renascido dr . Soares, resolveram achar que ela se dera um tiro no pé"
OK. VPV revela que já fez a sua escolha, legítima, como cidadão eleitor. é uma questão com ele próprio.