Em sessão de Câmara, com os votos dos vereadores de toda a oposição e de José Sá Fernandes, foi hoje rejeitado o projecto que previa a construção de um edifício que simplesmente, como referiu Ruben Carvalho, destruiria o Largo do Rato como o conhecemos. Margarida Saavedra reconheceu o erro do seu partido, o PSD, na aprovação do projecto de arquitectura ao tempo em que Santana Lopes era presidente da CML e Eduarda Napoleão vereadora do Urbanismo. Será que, finalmente, as forças partidárias vão estabelecer consensos para salvar o que ainda pode ser salvo em Lisboa e evitar, conforme disse Gonçalo Ribeiro Telles noutros tempos, que a cidade se transforme numa "Dallas parola"?
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Por ora, consideramos uma boa notícia não deixar destruir. Para quando a boa notícia de recuperar o que vai caindo aos bocados? Para quando a boa notícia de termos uma cidade limpa? E, principalmente, para quando o poder dizer que Lisboa é bonita quando a vemos de perto? Por enquanto, Lisboa, é só bonita ao longe. De perto é decrépita e velha. Velha que não é sinónimo de antiga e vice-versa.
ResponderEliminarLisboa, a cidade onde nasci, mas onde já não habito há quarenta anos.
Mas nós queremos manter o Largo do Rato tal como o conhecemos?
ResponderEliminarUma boa notícia, sem dúvida.
ResponderEliminarJulgo que o Largo do Rato é o sítio adequado para um dia se erigir uma estátua a Mário Soares.
ResponderEliminarOnde ele apareça a esconder qualquer coisa, na gaveta. Julgo que já nem se lembra da coisa nem da gaveta.
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