quinta-feira, 19 de junho de 2008

O tempo e o amor

A miudagem não sabe, a publicidade não exalta; a literatura despreza e o poeta desconfia. Mas é com o amor antigo e cúmplice, batido pelo tempo e pelo conhecimento, que se alcança a mais sublime comunhão e gloriosa intimidade sensual. O resto é propaganda enganosa, estéril sedução.

4 comentários:

  1. Obrigado pelo pedaço do eterno Brel. Provavelmente fui injusto com os poetas, caro I Rodrigues.

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  2. A inveja é um sentimento muito feio. Vou usar, por isso, uma frase eufemística: «Como gostaria de poder ter tempo para vir a ter um amor assim!»

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  3. Neste tempo ou noutro mais antigo, ainda há quem o consiga alcançar assim. Porque ele não se anuncia, vive-se.

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