terça-feira, 4 de março de 2008

A quimera


Ainda a respeito da inaudita iniciativa de Rui Marques, o MEP: é extraordinária a atracção que o centro, qual abismo, exerce na politica. É como o mito do pote de ouro escondido na extremidade do arco-íris. Por diminuto que seja o espaço de demarcação, haverá sempre mais um ponto que estabeleça o centro entre dois elementos... Só que às tantas, o problema deixa de ser de mera geometria, e torna-se ambiental: a sua atmosfera, degradada pelos interesses instalados, está poluída e o ar rarefeito. A vida e a esperança aí já não medram.

5 comentários:

  1. A mim pareceu-me um óbvio nado-morto. Quem começa por dizer que quer situar-se entre PS e PSD, sabe-se lá se rezando para arranjar (e csabe-se lá quando) uns votinhos que cheguem para uma coligação, não faz cá falta nenhuma.

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  2. Ainda se a coisa se chamasse Fé, Esperança e Caridade Portugal...

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  3. Adivinho de Trazer por Casa4 de março de 2008 às 12:12

    Eu, que não sou um misto de Zandinga e Gabriel Alves, tenho no entanto a capacidade de adivinhar um grande futuro para um partido: a ABSTENÇÃO PORTUGAL.

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  4. Bom nome para o novo partido: O ENTALADINHO como lhe chama o Blasfémias

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  5. Com efeito, «é como o mito do pote de ouro escondido na extremidade do arco-íris»: mesmo que se acredite, nunca se sabe de que lado é que ele está...

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