quarta-feira, 26 de setembro de 2007

12 moedas

Fui de férias há três semanas, para fora do país, e a grande discussão entre as duas candidaturas à liderança do meu partido era sobre quotas. Voltei, e a discussão, cada vez mais acesa e atentamente acompanhada pela Imprensa, é sobre quotas. Para quem ainda não saiba o valor desta magna questão, que motiva visitas a caixas Multibanco às duas da manhã para pagamentos colectivos, falsificações de moradas, ameaças de queixas à polícia e ao Tribunal Constitucional, debates na televisão, etc, etc, estamos a falar de uma quota de 12 euros. Por ano. Ou de uma moeda de um euro por mês.

5 comentários:

  1. O quê? Mais de duzentos escudos por mês? Não admira nada que pouca gente possa pagar.

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  2. Mas há mais. Menezes continua a referir-se à «estatura» de Mendes e ontem apelidou-o mesmo de «pequeno tirano». Goste-se ou não de MM, é de uma deselegância a toda a prova, só equiparável à do autarca de Gondomar.

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  3. Pois é!Quando se volta às bases,daonde os alguns políticos nunca deviam ter saído,ou seja,quem dá a cara na rua nas eleições,às vezes acontecem estas coisas,por falta de cultura democrática nas estruturas partidárias,ou seja,os partidos são feitos pelas bases,e nunca pelas clics de topo.
    FRODO

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  4. Eu vou mas é mudar-me para os Açores,ao menos só pago se quiser,e tenho os mesmos direitos dos outros que pagam,ou lá,lá...

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  5. com isso quase se consegue convencer o mais fiel dos seguidores a trair o seu mestre

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