terça-feira, 15 de maio de 2007

Pela democracia e por Lisboa...

Não haverá por aí nenhum voluntarista e patriótico advogado que interponha rapidamente uma providencia cautelar ao Dr. Sá Fernandes inibindo-o de boicotar impunemente a governação da câmara por mais dois anos? Alguém, utilizando as artimanhas deste inqualificável edil, lhe deveria assacar as responsabilidades por tanto prejuízo causado à cidade de Lisboa.

12 comentários:

  1. Estas coisas costumam resolver-se no jogo e não propriamente na secretaria.

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  2. Só se fosse ali o dr. José Maria Martins.

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  3. eu perguntava-me se não há< ninguem que o impeça a si de falar do que nao sabe...

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  4. Ah, caraças, que estava aqui toda a gente à espera de um post da Cristina Ferreira de Almeida, mas ainda não foi desta.

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  5. Todos falamos da participação de cidadãos na vida social, cultural e política.Todos falamos à boca cheia de movimentos cívicos.
    Balelas!
    Toda a legislação nacional está feita a pensar em partidos políticos, especialmente, e cada vez mais, os maiores.
    Quais independentes, quais quê?
    O TUGA genuíno, o que veste fato de treino ao domingo para passear nos "malls" ao fim-de-semana, o que tira macacos do nariz, o que deita papéis para o chão e o Tuga tipo José Lello e mais os boys partidários, está a borrifar-se para os movimentos cívicos e os independentes, ou tem um receio de morte de perder mordomias.

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  6. Pois, se não fosse esse malvado do Sá Fernandes já tínhamos o Parque Mayer num brinquinho.

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  7. Se estiver disposto a pagar os honorários e custas, vamos a isso!

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  8. Eu cá acho que a cidade começou a ser boicotada foi pelo Santana Lopes. Sá Fernandes só viu reconhecidas em tribunal as suas posições, forçando a câmara a agir segundo a lei. Não me parece que os mil milhões de euros de dívida sejam da responsabilidade dele.

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  9. A ministra da educação à presidência da Câmara.
    Assim como assim, mandava encerrá-la. Assunto resolvido.

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  10. "Sá Fernandes só viu reconhecidas em tribunal as suas posições, forçando a câmara a agir segundo a lei.

    A sério, pensa que foi isso que se passou? Não se apercebeu que o tribunal não deu razão às pretensões de Sá Fernandes que a única coisa que conseguiu foi atrasar as obras por um ano?

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  11. "A sério, pensa que foi isso que se passou? Não se apercebeu que o tribunal não deu razão às pretensões de Sá Fernandes que a única coisa que conseguiu foi atrasar as obras por um ano?"

    A sério, acha que não ? Houve ou não alterações na obra, directamente provocadas pela acção ?

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  12. Se bem me recordo, a câmara foi obrigada a fazer estudos de que se tinha esquecido e a agir de acordo com estes

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