Escreve (o insuspeito) Vasco Pulido Valente no jornal Público:
O papa já lamentou o equívoco, mas não pediu desculpa. Não podia pedir. Nem pelo incidente, fabricado pelo fanatismo e a ignorância, nem pelo teor geral da conferência de Ratisbona. Ratzinger insistiu que a fé não é separável da razão e que agir irracionalmente "contraria" a natureza de Deus. Não vale a pena entrar nas complexidades do assunto. Basta lembrar que desde o princípio (desde Orígenes, por exemplo) se construiu sobre a fé cristã um dos mais sublimes monumentos à razão humana e que o Ocidente, apesar da "Europa", não existiria sem ele. A fé muçulmana não produziu nada de remotamente comparável e, durante quinze séculos, sustentou uma civilização frustre e parada.
A conferência de Ratisbona reafirmou a essência do cristianismo. Se o islão se ofendeu, pior para ele.
Fonte: João Gonçalves Portugal dos Pequeninos
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Transcrever os artigos de V.P.V. também é serviço público.Façam mais vezes.
ResponderEliminarPortugal dos pequeninos!!??
ResponderEliminarDeve ser engano.
Esse preciso texto por acaso está no MinhaRicaCasinha.
ResponderEliminarenfim...
Portugal dos pequeninos??? Faxavour ó meu
ResponderEliminarA origem dos "grupinhos" era um tema giro