A solução não será nunca ortopédica, terá que ser sempre orgânica. Portugal encontrará a sua saída da mediocridade, um rumo para o progresso, quando os portugueses deixarem de responsabilizar o destino e os mais variados sujeitos indeterminados pela sua triste sina.
O primeiro passo será, por certo, endireitarmos as costas, e em casa, com convicção, educarmos os nossos filhos para serem os melhores – sem complexos.
Servidos com afecto e muita relação, é urgente ensiná-los primeiro a serem pessoas boas, completas. Uma carga de trabalhos: Ensinar-lhes a quererem sempre dar o seu melhor. A serem responsáveis. Com os olhos sempre no cimo da montanha, com realismo e vontade. E com o sucesso dos outros tomado como exemplo vivo. E reprimir sempre a vil e sombria inveja, que impele à pequenez. Que continua a prevalecer.
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Concordo inteiramente, caro João Távora. Por isso digo ao meu filho que não dê ouvidos aos cantos de sereia de António Carrapatoso, porta-voz de um "Compromisso" qualquer: não é honesto vestir a pele de "salvador da pátria" e falar de estratégias de desenvolvimento para o país depois de ter andado a ludibriar o fisco. É um péssimo exemplo para os jovens.
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