
A posição de Arons de Carvalho, que assume achar normal que um ex-primeiro ministro ande a receber envelopes com dinheiro “emprestado” de um amigo, reflecte uma coragem que muitos dos seus camaradas não têm, que se limitam a sussurrar sobre a violação do segredo de justiça, a substituição da procuradora e o “não jornalismo”. Arons de Carvalho vem apenas quebrar o ruidoso silêncio dos socialistas sobre a acusação a José Sócrates, numa demonstração de fidelidade ao seu mestre.
o menino ainda é presidente da js?
ResponderEliminarE de onde veio esse dinheiro que lhe foi emprestado? Parece que foi o pagamento de obras adjudicadas pelo governo do beneficiário do empréstimo. Ou será que estou enganada?
ResponderEliminarE não só. O grupo Lena deve 336 milhões à CGD, que muito dificilmente serão cobrados. Ou seja, nós contribuintes fomos duplamente lesados.
ResponderEliminarDinheiro emprestado pelos contribuintes para viver à grande e à francesa. Quando é que é julgado e preso?
ResponderEliminar