
A defesa da liberdade de expressão é sem dúvida uma prioridade inalienável para a salvaguarda duma nação que queremos dinâmica, inclusiva e dialogante. Mesmo que dessa liberdade emerjam os mais ignóbeis discursos de ódio e uma sempre perigosa conflitualização do debate político – essa é, sabemo-lo, a grande fragilidade da democracia. Que tal radicalização seja inevitável nas redes sociais, em que tantos bons chefes de família perdem a compostura por dois minutos de fama, e que o mais das vezes se assemelham a uma malcheirosa e barulhenta taberna onde sobressaem as mais sonoras, excêntricas e ultrajantes boutades, entende-se. Agora, o “cartoon” duma tal Cristina que caricatura o símbolo do CDS associando-o a uma cruz suástica publicado no domingo pelo Público só vem confirmar a casa mal frequentada em que há muito se tornou esse jornal, cuja redacção mais parece uma extensão do esquerda.net.
ResponderEliminarJoão Távora,
Eu detesto e odeio gentes e coisas reles. Mas é o que esta malta é. Não vale a pena aborrecer-mo-nos.
Não fora os chefes (Reis) dos 200 anos iniciais, tínhamos ficado como os catalães: servos para toda a obra.
Sobretudo desde que Dom Dinis, politicamente, absorveu o saber e os dinheiros dos templários,
E por aqui me fico,
PS (lagarto, lagarto): se toparem com erros escrevam-me
ao
https://youtu.be/31oEGgCpbv8 ver Youtube e meditar....
ResponderEliminarA.Vieira
O cartoon até está bem elaborado:
ResponderEliminarUm partido chamado “Centro Democrático Social” tem como logotipo um ponto central e duas setas a apontarem para esse mesmo ponto, indicando a ideia de centralidade.
Mais tarde, num formato semelhante aos psicotécnicos, esse logótipo tal como o partido que representa, vai evoluindo cada vez mais para a direita.
Finalmente chega a uma fase em que um dos dirigentes desse partido tece loas a Salazar, á PIDE e um comentário que dá a entender que não simpatiza com o acto de salvar judeus do holocausto.
Quem não sabe onde anda o tal cartoon pode aprecia-lo aqui:
https://twitter.com/Publico/status/1224656533222567936
Neste post, não entendo o que é que a crítica ao cartoon tem a ver com a dissertação sobre a liberdade de expressão.
ResponderEliminarÉ evidente que o facto de o João Távora não gostar do cartoon (e muitíssima gente não gosta de muitíssimos cartoons) não significa que o João Távora pretenda proibir a publicação dele, nem de qualquer outra forma ofender a liberdade de expressão.
ResponderEliminarSe esta Exa pensa que Salazar não simpatizava com os judeus, nada sabe da história recente (com Aristides & Cia), nem da passada. Pelo que escreve, uma besta.
ao