terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Públicos vícios

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A defesa da liberdade de expressão é sem dúvida uma prioridade inalienável para a salvaguarda duma nação que queremos dinâmica, inclusiva e dialogante. Mesmo que dessa liberdade emerjam os mais ignóbeis discursos de ódio e uma sempre perigosa conflitualização do debate político – essa é, sabemo-lo, a grande fragilidade da democracia. Que tal radicalização seja inevitável nas redes sociais, em que tantos bons chefes de família perdem a compostura por dois minutos de fama, e que o mais das vezes se assemelham a uma malcheirosa e barulhenta taberna onde sobressaem as mais sonoras, excêntricas e ultrajantes boutades, entende-se. Agora, o “cartoon” duma tal Cristina que caricatura o símbolo do CDS associando-o a uma cruz suástica publicado no domingo pelo Público só vem confirmar a casa mal frequentada em que há muito se tornou esse jornal, cuja redacção mais parece uma extensão do esquerda.net.

5 comentários:


  1. João Távora,
    Eu detesto e odeio gentes e coisas reles. Mas é o que esta malta é. Não vale a pena aborrecer-mo-nos.







    Não fora os chefes (Reis) dos 200 anos iniciais, tínhamos ficado como os catalães: servos para toda a obra.
    Sobretudo desde que Dom Dinis, politicamente, absorveu o saber e os dinheiros dos templários,

    E por aqui me fico,


    PS (lagarto, lagarto): se toparem com erros escrevam-me



    ao

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  2. https://youtu.be/31oEGgCpbv8 ver Youtube e meditar....



    A.Vieira

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  3. O cartoon até está bem elaborado:

    Um partido chamado “Centro Democrático Social” tem como logotipo um ponto central e duas setas a apontarem para esse mesmo ponto, indicando a ideia de centralidade.
    Mais tarde, num formato semelhante aos psicotécnicos, esse logótipo tal como o partido que representa, vai evoluindo cada vez mais para a direita.

    Finalmente chega a uma fase em que um dos dirigentes desse partido tece loas a Salazar, á PIDE e um comentário que dá a entender que não simpatiza com o acto de salvar judeus do holocausto.


    Quem não sabe onde anda o tal cartoon pode aprecia-lo aqui:
    https://twitter.com/Publico/status/1224656533222567936

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  4. Neste post, não entendo o que é que a crítica ao cartoon tem a ver com a dissertação sobre a liberdade de expressão.
    É evidente que o facto de o João Távora não gostar do cartoon (e muitíssima gente não gosta de muitíssimos cartoons) não significa que o João Távora pretenda proibir a publicação dele, nem de qualquer outra forma ofender a liberdade de expressão.

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  5. Se esta Exa pensa que Salazar não simpatizava com os judeus, nada sabe da história recente (com Aristides & Cia), nem da passada.  Pelo que escreve, uma besta.
    ao

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