Um grupo de cidadãos contestou a nomeação do Embaixador Seixas da Costa para o Conselho Geral Independente da RTP por considerar que a nomeação está ferida de ilegalidades diversas e de inconstitucionalidade. O mesmo sucede com o documento emitido pela ERC. Esta entidade tinha a obrigação legal de emitir um parecer, negativo ou positivo, e eximiu-se a fazê-lo. O jurista Ivo Miguel Barroso enviou para a ERC este requerimento e reclamação, sobre o qual a ERC terá de se pronunciar. Um assunto que merece a nossa atenção.
Como é que um tipo que comeu sempre à mesa do PS. Andou por todo o lado que era bom e sem esforço. Foi sempre o homem de mão do PS poderá ser independente. Há outro homem de mão do PS na CGD- um tal de Vilar-zinho. Tb este de reformado e doente, nunca largou o bem-bom.
ResponderEliminarE assim vai este pobre país cheio de parasitária.
Pobre povo que é cego.
Obrigado pela vossa atenção a este caso. Só faria uma nota: o lugar dá direito a senhas de presença, tendo a minha aceitação do mesmo sido, desde o primeiro momento, condicionado a não recebê-las. Cumprimentos
ResponderEliminarDiria, do que aqui se pode ler, que não parece ser isso o que está em causa. Antes uma questão de verosímil conflito de interesses. Com ou sem senhas, com ou sem remunerações.
ResponderEliminarEnsurdecedor, esse silêncio da ERC, a manter-se.
Costa
No mínimo é irónico encontrar o Senhor Embaixador por aqui, quando há umas semanas a sua resposta a um comentário meu no Facebook, bem educado e razoável, foi bloquear-me.
ResponderEliminarAs acções ficam com quem as toma.
Cumprimentos
Não me recordo, mas admito perfeitamente que possa ter acontecido. Só admito no meu portal do facebook pessoas que, mesmo que discordem de mim, me respeitem. Aquela é a minha "casa", só entra nela quem eu quero. Mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Perante a serenidade desta sua nota, escrita num blogue que respeito e que visito com alguma frequência, escrevi o que entendi escrever. Nem mais, nem menos.
ResponderEliminarChama-se a isto diferença de opiniões. Eu não acho que haja a menor incompatibilidade (que diabo tem a publicidade de produtos a ver com a tarefa de verificação do serviço público e de escolha da administração que compete ao CGI?), o autor do comentário tem outra opinião. Não entro nessa discussão. Cada um fica na sua. A opinião da ERC é a que (não) foi. A entrada em funções no CGI nunca dependeu dela, note-se.
ResponderEliminarO seu critério ao bloquear-me foi outro. De resto, o facto de receber umas senhas (coisa que entra em contradição com as suas declarações ao CM em que afirma prescindir delas) é irrelevante quanto ao claro conflito de interesses em que incorre a sua nomeação.
ResponderEliminarTambém fui bloqueado pelo Embaixador Seixas da Costa por ter provado que não estava a dizer a verdade . Deve ser um tique do Embaixador.
ResponderEliminarSó para esclarecer o que sempre me pareceu ser muito claro: o cargo dá lugar a senhas de presença. Eu não as recebo. Simples, não é?
ResponderEliminarSe o Senhor Embaixador SEIXAS DA COSTA tiver a amabilidade de fazer o "download" e ler o que escrevi na missiva, verificará que não respondeu a nada do que de substancial está lám designadamente:
ResponderEliminarQuanto às senhas de presença, trata-se de uma questão menor, tratada em nota no requerimento que fiz à ERC
ResponderEliminarReproduzo o Requerimento, a que o Dr. SEIXAS DA COSTA não respondeu:
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ResponderEliminarO que o Sr. Embaixador tem a dizer da participação ilegal do Dr. ARONS DE CARVALHO na Deliberação da ERC?
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ResponderEliminarAgradeço a sua atenção, mas há aqui um ligeiro equívoco. Não fui nem sou candidato a nenhum lugar. Limitei-me a aceitar um amável convite que me foi formulado para exercer uma determinada função (minhas atividades, profissionais e outras. Posso entender que haja um debate jurídico em torno de eventuais incompatibilidades entre essas atividades e aquelas funções. Não sou jurista, pelo que não perderei um segundo nessa discussão, ficando apenas atento a ela. Só lamento que, em alguns setores, o debate se não processe com serenidade, urbanidade e sem crispação.
ResponderEliminarNão insista, amigo.
ResponderEliminarO Sr. Doutor não está interessado na questão jurídica das suas eventuais incompatibilidades, pois não é jurista...
Limitou-se "a aceitar um amável convite".
E até o vai fazer recusando remuneração, por amor à causa e sentido de dever...
Faz falta nobreza desta no país.
Vai portanto, recorrer a uma aberração :-)
ResponderEliminarEntão a grande questão do Sr. Embaixador são as senhas de presença, de que magnanimamente prescinde!
ResponderEliminarQuanto a incompatibilidades... não é jurista!
Já vimos a coisa colocada de forma mais directa: apontada a falta de ética a alguns(mas) políticos(as) por opções após desempenho de cargos, responderam prontamente que não estavam a fazer nada de ILEGAL. E ficamos assim, perguntados por alhos respondem com bugalhos. Tudo gente séria, evidentemente.