Na reportagem "O paradoxo da Igualdade" que aqui partilhei há dias, faz-se referência a um estudo que demonstra que nos países mais desenvolvidos e livres - como é o caso da Noruega, as mulheres assumem mais profissões e actividades tradicionalmente femininas (jardins de infância, hospitais, assistência social, etc.) do que em países como o Paquistão ou a Índia em que elas são condicionadas pela necessidade de sobrevivência. Afinal o Igualitarismo sucumbe perante a Liberdade de Escolha que confirma os estereótipos. Acontece que o género é essencialmente uma condição biológica, mais do que cultural - facto que não nos retira a responsabilidade de continuar a luta pelo que falta para uma plena igualdade de direitos entre homens e mulheres.
O que este episódio dos blocos de actividades da Porto Editora nos esfrega na cara é uma história velha que se repete e em que os actores são os mesmos: radicais que querem impor uma "igualdade" à conta da nossa liberdade.
Concordo com tudo excepto com um pequeno pormenor. Pequeno, mas, para mim, importante: O género, o contrário do que escreve João Távora e muitos defendem, não é essencialmente uma condição biológica; é uma condição gramatical. O sexo, esse sim, é uma condição biológica. Para dizer a verdade, nunca compreendi bem porque é que a substituição da palavra sexo pela palavra género passou a ser um dogma dos defensores do politicamente correcto. Porque afinal, os mesmos que abominam a homofobia e defendem a aceitação plena da homossexualidade, não gostam de mencionar o sexo, quando na própria palavra homossexualidade está presente o sexo (senão seria heterogeneralidade). Será porque, segundo os princípios de LGBT, não devemos limitar os sexos a masculino e feminino? Mas usando a palavra género não resolvem este problema; afinal, em gramática, existe o género masculino e o género feminino.
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ResponderEliminarDITADURA DO POLITICAMENTE CORRECTO
-» Existem os Racistas: não gostam de outras raças.
-» Existem os Racialistas: não têm nada contra as outras raças, todavia, não abdicam de reivindicar o legítimo Direito à Sobrevivência da sua Identidade.
-» Existem os Hipócritas Hitlerianos anti-racistas: não suportam a existência de outros.
[nota: nazi não é ser alto e louro, blá, blá... mas sim, a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros]
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A DITADURA DO POLITICAMENTE CORRECTO (hipócritas hitlerianos):
- não suportam a existência de outras Identidades Sexuais;
- não suportam a existência de outras raças;
- não suportam a existência de outras nacionalidades.
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OBRIGADO DONALD TRUMP: ele enfrentou o jornalismo cão-de-fila da alta finança (capital global).
[nota: a alta finança, capital global, ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar...]
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Anexo:
O problema dos contramanifestantes do tipo Charlottesville não são os «supremacistas brancos»... mas sim... a existência de fronteiras!...
Explicando melhor, os contramanifestantes do tipo Charlottesville estão conta o separatismo porque:
- o separatismo vai contra a ambição daqueles que querem ser «donos disto tudo» (eles possuem uma elevada taxa demográfica);
- o separatismo vai contra a ambição da alta finança -» donos de muitos mercenários que pululam por aí.
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P.S.
DEMOGRAFIA E SEPARATISMO-50-50: Todos Diferentes, Todos Iguais... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
-» Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
---» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.