sexta-feira, 9 de junho de 2017

Onde estão os famosos muçulmanos moderados?


Não pode deixar de causar-nos profunda consternação o facto que sucedeu na quarta-feira quando os jogadores da selecção da Arábia Saudita num confronto da fase de qualificação para o Mundial 2018 com a Austrália em Adelaide desrespeitaram ostensivamente o minuto de silêncio em memória das vitimas (duas delas eram australianas) do ataque terrorista sucedido no dia anterior em Londres. Curioso como a realização da TV evita cirurgicamente transmitir essas desconcertantes imagens, focando-se nas bancadas e em ângulos em que a câmara apenas capta os jogadores australianos. Curioso que esta foi uma atitude tomada pelos jogadores por sua livre vontade, dado que a cerimónia estava combinada entre a organização e as respectivas federações. Não seria a intenção dos jogadores sauditas corresponderem às expectativas dos seus compatriotas que seguiam a transmissão em directo?
Até quando no ocidente vamos enfiar a cabeça na areia como as avestruzes e contar que os "muçulmanos moderados" sejam complacentes e evitem o confronto com a nossa civilização? O pior cego é aquele que não quer ver.


ausralia.jpg


 

8 comentários:

  1. Tem Razão, João, é chocante!
    Agora deixe-me perguntar-lhe uma coisa: quantos minutos de silêncio é que você já fez (ou nós, os "ocidentais"), pelas  atrocidades cometidas pelos terroristas na Turquia, Tunísia, Síria, Iraque, Afeganistão, Rússia, etc? Lembra-se?

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  2. Concordo plenamente. Se bem que não seja de desconsiderar a obrigatoriedade de aqueles jogadores, em concreto, se mostrarem "bons muçulmanos".  Acabam por ser reféns do politicamente correcto do lado deles.
    Parabéns pelo seu último parágrafo. Percebe-se que pessoas moderadas e de extremo bom senso - como reconhecidamente é o seu caso -  já não se calam. Há 2 anos, por exemplo, eu por dizer coisas bem mais suaves fui tratado aí pelas redes como "xenófobo" e o mais que se sabe.  E quem me dera que os muçulmanos fossem gente com quem se pudesse conviver em paz...
    A questão vai ser quanto mais sangue ocidental vai ser derramado até o politicamente correcto europeu perceber que a natural defesa do nosso "way of life" não pode ficar entregue apenas ás iniciativas tresloucadas dos Breiviks deste mundo.

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  3. Se jogar com a Turquia e lhe pedirem para fazer um minuto de silencio, vai recusar? Ou acha que alguém vai recusar?

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  4. Pegam no corão pelo lado que lhes dá geito para enganar os medrosos. Eu perdi completamente o respeito aos supostos moderados qd um dia que confrontei  um colega muçulmano que respeitava e admirava, com o que este livro diz sobre os infiéis, ele me respondeu que isso seria da tradução. E já agora esta chegada de colonos estava prevista há uns anos: uma vez em Bruxelas, perguntei a uma muçulmana se eles tinham no árabe variações de sotaque. Ela respondeu-me que sim que este variava com os diferentes países da Europa. Percebi do que o bom do íman andaria a falar . Presos no politicamente correcto eles? Boa piada, aos  infiéis pode e deve-se mentir. São apenas idiotas úteis como os maçons que os protegem. Confundem o intestino com o centro do mundo. Teresa Martins

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  5. Parecem menos hipócritas que os ocidentais, o que é louvável. Claro que há sempre os que usam vinho e pornografia ás escondidas.
    Mas, anunciam logo as regras. Pode e deve-se mentir e enganar os infiéis.

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  6. Eram 11 contra 11. Enquanto for 1 contra 11 o Islamita é moderado. Talvez até mesmo 2 contra 11. A partir daí querem impôr os seus imams e a sua querida lei sharia.


    Um povo mal informado, pelo seu (nada representativo) governo e pela subserviente comunicação social, um dia vai ter um susto.
    E vai reagir. Passará dos 8 para os 80. 
    Isto vai acabar mal, tal como em França, no RU ....

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  7. Esses são dissimulados. Há raças assim, dissimuladas...

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