sexta-feira, 26 de março de 2010

República - o caso das bandeiras

 



 


 


Entre 15 de Outubro de 1910 e 19 de Junho de 1911, a bandeira nacional foi alvo de acérrima contenda entre os republicanos, a chamada “Polémica das Bandeiras”. Para os revolucionários, por forma a marcar a mudança de regime, urgia mudar o mais importante símbolo nacional. Então estiveram em confronto a facção moderada representada por Guerra Junqueiro, que defendia a manutenção das cores azul e branca, e a facção radical liderada por Teófilo Braga, que defendia a adopção das cores “verde-rubra” da bandeira do Partido Republicano como nova bandeira nacional. Sobre a escolha triunfante é conhecida a opinião do poeta republicano que afirmou sem rodeios ser “uma bandeira de pretos”.


 


Imagem: a caricatura dos protagonistas da disputa Guerra Junqueiro e Teófilo Braga.


 


Daqui

8 comentários:


  1. Já cá venho com transcrições de G. Junqueiro.

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  2. Amigo Ega, como sabe, na minha opinião até se deveria fazer o contrário, deviamos colocar uma coroa na bandeira verde-rubra e passar esta a ser a bandeira da monarquia, é que é mais similar com a bandeira de El-Rei D. João II!
    Mas se for retirado oa zul já não coloco objecção, o azul e branco (embora heraldicamente correcto) fica tão morto, veja-se a França que lhe acrescentou o vermelho, embora prefira a bandeira da cruz de Lorena.

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  3.  O que é verdadeiramente espantoso, é como é que este tipo de gente, "esfarrapada mental", como diz Pessoa, impôs este Regime abjecto, e ninguém os conseguiu impedir.

    E é fantástico, como passados tantos anos de miséria, de corrupção e da mais completa amoralidade, estes débeis mentais continuam a impôr a sua ditadurazinha parola, como se não existissem Homens e Mulheres em Portugal, capazes de lhes partir a cara!

    Maria da Fonte 

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  4. O meu Amigo, o que queria era uma bandeira com fundoi negro, à Briosa. Ora tem comigo a minha simpatia.

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  5. És tu, Maria, sob a capa do anonimato, que vais partir a cara a alguém? São os anónimos brincalhões das bandeiras que vão partir a cara a alguém? ui ui, que medinho. Isto está cheio de marialvas de plástico.

    E queres falar de "miséria, de corrupção e da mais completa amoralidade" na monarqui? Posso fornecer-te uma bibliografia jeitosa. Começamos por onde?

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  6. Isto é que é empenho27 de março de 2010 às 18:38


    Atão ainda por aqui anda o comentador "anónimo, Pedro" só por causa de uma bandeirita, coisa pouca?

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  7. Exmo Sr Pedro

    Se me permite, recordo-lhe que as mais elementares regras de educação, que se aprendem em casa, na infância, ensinam a não tratar por tu, as pessoas que não se conhecem.

    Posto isto, se o Exmo Sr quiser escrever sobre a miséria, a corrupção, e a mais completa amoralidade durante a Monarquia, tenho o maior prazer em dialogar consigo.

    Mas por uma questão de honestidade intelectual, devo avisá-lo, que a Monarquia para mim, terminou no dia em que a Maçonaria Internacional, apoiada nos Exércitos da Quádrupla Aliança ocupou Portugal, destruíu as Terras e as Gentes, e obrigou o Rei Dom Miguel ao exílio.

    Se apesar deste esclarecimento, quiser continuar, creia que não deixarei de lhe responder.

    Até porque eu, vou sempre até ás Origens.

    E não existe anonimato algum.
    A Administração do Blogue Corta-Fitas tem a minha identificação.
    Que como é evidente, não disponibilizo a um qualquer Pedro.
    Que tanto pode ser Pedro como Paulo.

    Maria da Fonte

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  8. os  portugueses esqueceram-se das origens uma bandeira é muito mais que trapo representa a origem de uma naçao
    e tudo começao com o nosso primeiro rei,as cores da actual bandeira nao representao a verdedeira história de portugal naçao livre desde 1143, o azul e branco esteve sempre representado nas bandeiras portuguesas será que devemos esquecer os 800 e tal anos da nossa história?será que a nossa história começao com a republica e com as cores do partido republicano?

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