Antigamente, nos tempos do obscurantismo em que cresci, na escola ensinavam-se as criancinhas a fazer contas, os nomes dos reis e das batalhas, dos rios e das montanhas e... os Dez Mandamentos para acautelar as questões morais. Disso tudo hoje pouco sobeja. Ensina-se-lhes quase só truques: para fazer contas, para consultar mapas e para ir à wikipedia no Magalhães. Sem espinhas. Nas questões morais, catequizam-se os miúdos sobre "a solidariedade", a "roda dos alimentos" e o respeitinho pelo “ambiente”. O resultado é previsível: como sempre foi, sacaneiam-se uns aos outros, vendem a mãe por três gomas e um bolicau, enquanto circulam anafados em redomas automóveis entre a escola e as suas casas, o mais das vezes autenticas centrais de dispêndio energético de que ninguém prescinde. E o "mal", esse, vive algures entre os noticiários e as telenovelas.
Então e não é que é verdade?! Esqueceu-se de dizer que «ai do professor que responder mal« ao ...discente...
ResponderEliminarEducadinha
Benditas réguadas nas unhas que levei da Dona Alice (que, conterranea de D. Carlos, sobreviveu ainda 2 Republicas e meia), de cada vez que era apanhado a contar com os dedos por baixo da secretária, quando me era pedido que recitasse a tabuada do Ratinho.
ResponderEliminarA destruição dos valores, foi o maior crime do 25 do 4.
ResponderEliminarMas convenhamos, lidamos com Máfia da Pesada.
Gente licenciada nos Bas- Fond de Lisboa, com Mestrado na Sicília e Doutoramento em Chicago.
Tudo Processo de Bologne, bien suuurrreee!!!
Maria da Fonte