Enquanto os telejornais, com reportagens e entrevistas, dão a extraordinária notícia de que, apesar das expectativas, o mau tempo não trouxe cheias, vitimas, ou prejuízos de monta, ficamos a saber que as negociações entre o ministério e os sindicatos de professores falharam uma vez mais.
O filme repete-se, o indomável monstro conhece a sua força e o jogo está viciado: os docentes do Estado, por obscuro mérito uma classe inimputável, manterá para sempre as regalias dum posto vitalício e sem sufrágio. Nesta amálgama, pelos maus pagam os bons e os bem intencionados. O país, esse, continuará a fingir que se aprende nas escolas públicas e que o ensino é acessível a todos os cidadãos.
Extraordinário foi parecer-me ter visto ontem a D. Filipa na TVI24 associada ao Corta-Fitas. Nunca mais bebo whisky marado.
ResponderEliminarAgora, sim, já deu para perceber que os professores não querem avaliação nenhuma.
ResponderEliminarE também me parece que dá para entender que, se antes tinham do seu lado encarregados de educação e a população em geral, pois se percebia que a avaliação que a ministra anterior (sustentada pelo licenciado que faz férias na Suíça) quis de início implantar, tão abstrusa a coisa era, esse apoio morreu, está enterrado.