quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Cheios de prosperidade

Enquanto os telejornais, com reportagens e entrevistas, dão a extraordinária notícia de que, apesar das expectativas, o mau tempo não trouxe cheias, vitimas, ou prejuízos de monta, ficamos a saber que as negociações entre o ministério e os sindicatos de professores falharam uma vez mais.


O filme repete-se, o indomável monstro conhece a sua força e o jogo está viciado: os docentes do Estado, por obscuro mérito uma classe inimputável, manterá para sempre as regalias dum posto vitalício e sem sufrágio.  Nesta amálgama, pelos maus pagam os bons e os bem intencionados. O país, esse, continuará a fingir que se aprende nas escolas públicas e que o ensino é acessível a todos os cidadãos.

2 comentários:

  1. Extraordinário foi parecer-me ter visto ontem a D. Filipa na TVI24 associada ao Corta-Fitas. Nunca mais bebo whisky marado.

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  2. Agora, sim, já deu para perceber que os professores não querem avaliação nenhuma.

    E também me parece que dá para entender que, se antes tinham do seu lado encarregados de educação e a população em geral, pois se percebia que a avaliação que a ministra anterior (sustentada pelo licenciado que faz férias na Suíça) quis de início implantar, tão abstrusa a coisa era, esse apoio morreu, está enterrado.

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