Pensar pela própria cabeça e não ter medo de dizer o que é preciso ser dito são duas coisas que não abundam em Portugal. É por escrever com esta liberdade e clareza, como fez agora no Jamais, que eu admiro Pacheco Pereira. Até nas poucas vezes em que não estou de acordo com ele. Mas desta vez acertou em cheio. (São três posts seguidos, não percam).
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