
Um trabalhador chega a casa, liga a televisão e os três telejornais abrem com uma história de rapto de um bebé, com direito a directos e tudo. Neste momento, 12 minutos passados, é a RTP do serviço público quem se mantém neste importante acontecimento. E, para a irritação ser total, todos se referem a "uma" bebé. Já agora, porque não "um" criança, quando se raptar um rapazinho?
Chega a ser imoral a exploração que se faz duma notícia deste tipo:cheia de pormenores que nada acrescentam ao essencial,repetidos até à exautão;dá a sensação que remexem numa ferida,sem qualquer espécie de escrúpulos,:o que interessa é a quantidade de pessoas que vão prender ao ecran.
ResponderEliminarMas esta é já uma tendência enraizada nos noticiários portugueses.
...exaustão...
ResponderEliminarÉ um dos exemplos típicos da deontologia de certos profissionais (?!) dos media nacionais.
ResponderEliminarChego a pensar que são PAGOS para conseguirem que as pessoas esqueçam o que é realmente importante e se convençam de que estas são as notícias relevantes!
Têm a certeza de que não há PRÉMIOS nas redacções para quem conseguir o material mais capaz de alienar a consciência da Nação?
Caro Duarte,é bem verdade,para o que chama a atenção,mas sabe,por vezes,a pressão das chefias nas redações e a voragem do "vouyarismo"está na ordem do dia muito para além da ética dos jornalismo.
ResponderEliminarUm abraço.
Apenas uma nota de actualização quanto a "uma" referente a bebé. Os dicionários já aceitam o feminino.
ResponderEliminar