sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Daqui a duas semanas veremos

Se há argumento consistentemente usado (o secretário-geral da OMS usava-o todas as semanas) é o de que o pior está para vir, nas suas várias versões, incluindo a mais famosa: vamos ver daqui a duas semanas a mortalidade a reflectir o aumento de casos.


Que é bem possível que estejamos a assistir a um aumento progressivo da actividade viral, que se irá traduzir em mais doentes, mais internamentos, mais gente em cuidados intensivos e em mais mortes, parece-me pacífico, quer estejamos a falar de covid ou de gripe: por alguma razão os sistemas de vigilância da gripe estabelecem o princípio da época de gripe na semana 40, que é agora.


O que interessa é saber se estamos perante a hecatombe anunciada (aqui podem ver-se sete gráficos interessantes, um dos quais compara as projecções dos modelos à lá Imperial e a realidade) ou se estamos um problema, sério com certeza, mas da dimensão de outros problemas sérios que vamos tendo pela vida fora.


Para já, Artur Rodrigues tem este gráfico na sua página de Facebook e, francamente, não me parece que valha a pena fazer comentários.


120583641_10220228994253415_653760082500912397_o.j


 

1 comentário:


  1. Todos esses gráficos valem ZERO.


    Continuamos até ao dia deste artigo sem:


    - Demonstração científica da existência de uma nova partícula viral infecciosa que causa pneumonia (especial ou nem por isso) e que poderá eventualmente matar o infectado!


    - A máquina de fotocopiar ADN não faz testes e muito menos o resultado positivo ou negativo significa algo do ponto de vista clínico.


    - Devido ao primeiro ponto não existe "padrão ouro" para as sequências a serem usadas na máquina de fotocopiar ADN, pelo que dado que em pelo menos um protocolo até criaram um primer com sequência de bases 100% idêntica a uma parte do cromossoma 8 do animal Homo sapiens, as fotocópias podem sair boas ou más, tudo depende da sorte.


    - Devido ao primeiro ponto não existe "padrão ouro" para as sequências a serem usadas na máquina de fotocopiar ADN, pelo que não se sabe o que a vacinação em massa para a "época da gripe sazonal" irá causar em termos de fotocópias FALSAS!


    - Devido ao primeiro ponto não existe "padrão ouro" para as sequências a serem usadas na máquina de fotocopiar ADN, pelo que isto é natural que aconteça.


    E como estamos a entrar em época invernosa que conheço pessoalmente casos de pessoas com amigdalite que estão a ser processadas como sendo "caso suspeito de CUVID"!



    Nem perco mais do meu e vosso tempo...

    E siga o CIRCO!

    ResponderEliminar

A população e o fundo soberano

 Dando uma vista de olhos pelo que se vai publicando dos meios mais formais aos mais informais, dois assuntos vão aparecendo nestes dias: o ...